Terça-feira, Maio 18, 2004

Étipo - Volume VI: Fumo Mental - Perfectly Dead

It's perfect...
Because it's nothing.
There's no good, no bad,
No hate, no fear, no love...
No pain.
There's nothing that the living had:
There's no Sun to cut our eyes,
No night to blind us with dark,
There's no "because", and there's no "why?"'s...
No smiles, but there's no cries.
There's no time to run late,
No past to remember with hurt.
No future to dream, and fight for,
But there's nothing to lose...
Nor to fail with hate.
There's no birds, no trees, no skies,
But there's no wars, no violence, no death...
Because we're not living any more.
No body, no soul, no head:
Just perfectly...
Dead.

1 Comments:

At 11:32 PM, Blogger Tiago Ribeiro said...

escrevi este poema porque pensei que tinha descoberto algo perfeito: o nada, pois não havendo nada, nada estava fora do lugar, nada não estava bem, simplesmente era nada, e era o nada por isso mesmo. e sendo o nada perfeito, a morte também o seria.. e digo isso aqui neste poema =) antes de decidir que o nada era perfeito..pensei que o espaço era perfeito..depois lembrei-me que nós também fazemos parte dele =X neste momento uma pessoa já conseguiu fazer com que eu próprio refutasse a ideia do nada ser perfeito =X grr. mas fikou o poema, e gosto da ideia =P

 

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